

* Alice Miller , psicóloga polonesa, doutora em psícologia, filosofia e sociologia, bastante conhecida pelo trabalho sobre violência infantil.


Hoje, Sinterklaas faz sua última aparição para tão logo tomar seu barco acompanhado de seus Zwarts Piet e voltar para seu lugar de origem. Como sinal de respeito, segundo os holandeses, é somente após a sua partida é que podemos decorar nossas casas para o Natal.
E claro, depois que o Natal passar e a com a chegada do Ano Novo, ficamos na sua espera...

Bengel (3)
Upload feito originalmente por luluvanaertsSou de origem daquelas famílias que vêem com bons olhos a criação de animais, especialmente cachorros, mas gatos e demais bichinhos de estimação, estão fora de cogitação. Mesmo que qualquer um de nós, eu ou um dos meus irmãos, fizesse menção sobre criar um bichinho, minha mãe sempre nos lembrava do trabalho, da dedicação dispensada para seu trato, é muito mais que arranjar-lhe um lugar para ficar e dá o que de comer todos os dias. Portanto, nunca passou pela minha cabeça dividir meu lar, meu teto, minha vida com gatos, não importa se dentro ou fora de casa. Claro que de vez em quando acontecia de cruzar com uns e outros pela rua, na vizinhança ou no quintal da casa da vovó Nazaré, se estava eu presente na hora do jantar, logo depois eu e os demais netos, íamos atrás dela para vê-la dá os restinhos da comida para os bichanos da vizinhança, que por sinal eram muitos, e ademais, seus íntimos conhecidos. E mesmo assim eles me eram estranhos. Nem hóstis, nem amigáveis, não tinha a menor intenção de me ocupar com eles, nem que seja ao menos de um. Confesso que tudo que eu sabia dos gatos, com base nas boas e más língua, é que eles são traiçoeiros! Se um cachorro pode morder, os gatos são piores, porque são imprevisíveis! Os únicos felinos que eram próximos de mim eram aqueles dos contos de fada, das bruxas, dos desenhos animados ( eu prefiro o gato Félix ao Tom). E me acontece de arranjar um par de botas, e com ele vem dois gatos. A idéia de dividar um apartamento com eles, no ínicio me deixa encolerizada, e confesso, os primeiros meses foram vividos sob um clima de guerra, por força eu queria discipliná-los, botar ordem na casa, estabelecer regras e limites pra eles. Em parte, eu conseguir, eles não já dormiam no nosso quarto, não entravam na cozinha. Por outro lado, com relação às outras coisas, eu tiver que ceder, aprendi a ter paciência para com eles, e acima de tudo, tinha que respeitar a personalidade de cada um, logo, percebi que eu tinha que se moldar a eles também, senão ia passar a vida toda, até eles morrerem, estressada, sempre incomodada com a presença deles. Parece-me, ainda não especulei profundamente, o Boi é da raça "British Shorthair" (pêlo curto inglês) enquanto que o Bengel é um puro de sua raça, é um Gato-de-Bengala.
Sobre o Boi só posso lhes dizer que um gato super medroso, só exige atenção exagerada quando quer comer, passa a maior parte do tempo dormindo, seja na caminha dele ou em algum degrau das escadas. Tem uma veneração pelo Peter. É tímido, não se mostra de primeira, tem medo de tudo, mas são três coisas que lhe causam um verdadeiro pavor: o aspirador de pó, a tábua de passar ferro e uma escada de alumínio que tenho aqui de três degrais. Se faço apenas menção que vou usar uma dessas coisas, estando ele presente, sai numa correria louca, foge como o diabo foge da cruz. Ele é carinhoso, porém, até para acariciá-lo é preciso tomar certas medidas, não ir além dos limiter, porque senão corre-se o risco de ser interpretado como uma ofensa, um grande mal-entendido e ele se afasta sem cerimônias. Quanto ao Bengel há muito o que dizer... Não tem vergonha na cara, eu brigo, esculhambo, malino dele, dou uns puxões nas patas traseiras dele, pensa que ele não gosta? Se não está dormindo, está pedindo atenção seja a minha ou a do Peter. Quando estou sentada no sofá, se deita nos meus pés, ou então quer deitar nas minhas coxas. Quando o vi pela primeira vez, pensei que ele tinha algum tipo de disritmia ou outra coisa parecida, porque é irrequieto. Ah! É o mané-sacola ou mané-caixa, porque não pode uma sacola ou caixa vazia que vai logo entrando e fica lá, paralisado, acho que apreciando a vista. Gosta também de ir pra debaixo de uma cama, dentro do armário da sala, ele abre a porta e entra. Conversa, responde quando eu falo, reclama, não gosta de ser contrariado. Tem personalidade! Há dois anos atrás, eu pensaria que não, porém no presente momento, realmente, tenho eu que concordar com as palavras de Frédéric Vitoux, em seu Dictionnaire amoureux de Chat, "(...) o homem, neste sentido, é verdadeiramente civilizado quando aceita ter um gato ao seu lado como um livre companheiro, um associado e não como um animal doméstico ou domesticado, (...) o gato prefere manter o papel de parceiro, e mesmo de mestre em elegância, em beleza e quem sabe em sabedoria no conhecimento sobre os segredos do universo".
woman's corselet
Upload feito originalmente por camil tulcan
Como hoje é o dia das Bruxas aqui no Hemisfério Norte, em homenagens a todas bruxinha, eu posto a letra dessa música, que é da minha infância, acho que eu tinha 9 ou 10 anos, por aí, eu me lembro muito bem do Trem da Alegria se apresentando nos programas de televisão da época, no programa do Chacrinha, do Bolinha, bons tempos eram aqueles. Bons tempos de criança!
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Ao voltar para casa, o lavrador se sente um pouco "disparatado". Muito doente, ele chama Mainguet que passa para falar sobre a vida. Este lhe prepara um caldo e se gaba de saber curar os doentes, infelizes palavras. Logo Pasquet pensa ter um bruxo diante dele. Denunciado e submetido à interrogatório, Barthélémy Mainguet reconhece ter posto um pó na comida de Pasquet.
Pressionado para confessar sua participação no sabbat e denunciar seus assistentes, "o bruxo" confessa que à noite tinha encontros com o diabo que lhe dava os pós. Os denunciados negam até sob a tortura. Conclusão do processo: dois morrem, seis, como Mainguet são enforcados e queimados no dia 30 de maio de 1616. Os outros acusados são relaxados.
Há vários outros casos que são retratados dessa forma tão original e criativa, realmente muito atrativo para o público infanto-juvenil. No verão é proposto um atelier: a Escola de Feiticeiros.

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Olha! Que coisa fofa!
Deu pra matar a saudade da última vez: visitar a Biblioteca Sala Borsa cujo o piso da sala da entrada é de vidro através deles podemos vislumbrar as ruínas romanas e etruscas da cidade, e como diz a Maria, tomar a benção da pedra, porque são muito, mas muito antigas!
Gente, isso não é uma janela, é um chão de vidro! A sensação de pisar e olhar para um buraco é muito esquisita, no início da medo mas depois a gente se acostuma e aprecia as ruínas.
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Presenciar uma manifestação contra o racismo e a discriminação aos imigrantes...
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E a polícia, como sempre, presente, para manter a ordem e preservar os bons costumes... Ahhf!
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